“Morre um gênio: Steve Jobs” – mais um episódio da série

Posted by FeRabaglio on 6 de outubro de 2011 in Internet e Social Media, Sociedade |

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Morre um gênio: Steve Jobs" - mais um episódio da séri

Quando um gênio morre, é assim… Uns criticam, outros endeusam. Quem não sabe nada escolhe entre seguir o fluxo ou tentar protestar, mesmo sem saber o que falar. E por fim, fala o que não devia e é superado pelo erro de expressar a falta de expressão fundamentada. É,… É assim que é… Ou que tem sido nos últimos episódios de “Morre um gênio”.

A regra de que todo grande gênio morre aos 27 anos, embora relembrada por Amy Winehouse, foi quebrada há anos por Elvis, mas logo esquecida… Em 2009, Michael Jackson, infelizmente, fez-nos entender que certos gênios morrem na casa dos 50! E hoje Steve Jobs reforçou este dado.

A semana foi marcada pela Apple, inegável!…

Primeiro a expectativa e depois a decepção da apresentação do novo iPhone… Bem, alguém ali poderia dizer: este não tem a cara da Apple. Ou será que foi a apresentação que não tinha a cara da Apple? Sim, porque é fato que ninguém precisava de um iPhone até que o um cara genial nos mostrou que aquela coisa sem botão e que não parece com coisa alguma era fantástica e então conquistou milhares de seguidores!

Depois da decepção, da apresentação mal sucedida (ou seja, sem Jobs), veio a queda dos papers… E como não seria? Se você algo que não é bem recebido pelo público, não vende e o mercado não te olha com muita ternura! Eia a lei capitalista da bolsa de valores!

E hoje, a notícia que veio arrasar os seguidores Apple, os admiradores de um bom marketing, os que reconhecem um gênio contemporâneo em vida, um visionário estonteante… Morre Steve Jobs, a alma da Apple, com 56 anos, aparentemente, vítima do segundo câncer no pâncreas.

Sim, vivemos em tempos de transição, quando a sociedade pensante assiste a morte de seus grandes gênio e percebe o mundo caindo nas mãos dos medíocres, (e veja bem, quando escrevo medíocre, não é uma ofensa a nós, seres normais, mas um parâmetro mediano, sem relevâncias globais), e penso, quem vai reger tudo isso agora?

Na informática, qual o referencial agora? Gates? Espero que não! Prefiro pensar que Zuckerberg tenha aprendido com o amigo Jobs e saiba ocupar o trono dos formidáveis da tecnologia.

Mas é fato que gênios são insubstituíveis! Assim como Justin Bieber, embora megastar teen, não alcançou o trono de King OF POP, dificilmente outro novato alcançará o top da montanha tecnológica, hoje deixado por Jobs. Afinal, referências e legados são eternos.

À Jobs, família e amigos, fica o respeito, condolências e admiração pelo império construído, (seja Apple, Pixar, carreira, não importa). E à Apple, a torcida pelo crescimento de antes e que preservem a essência deste business: a alma de Steve Jobs…

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